texto de Carlos Jorge de Souza

RIO DE JANEIRO :História Urbana

“ É que o Rio de Janeiro não foi edificado segundo o estabelecido na teoria das perpendiculares e obíquas. Ela sofreu, como todas as cidades espontâneas, o influxo do local em que se edificou.”
( Lima Barreto )

 


”Eu mesmo, de tanto encarar o sorriso das adoráveis crianças do morro, os enormes buzanfâs das lavadeiras, o pau da bandeira e os barracos feridos, transportei-me. E agora tenho certeza de que estive presente à última serenata do Castelo, organizada por dona Antonieta Republicana, patriótica pagodeira...”
( José Antonio Nonato)

 

O foco de interesse desse trabalho é tentar levantar um passado próximo da história da urbanização da cidade do Rio de Janeiro. Projetos vultosos que gerariam discussões e polêmicas ao seu redor. Interesses que determinaram empresas como o desmonte do Morro do Castelo, serão aqui apresentados na forma de relatos, crônicas, documentos levantados, principalmente nos arquivos do IHGB. Outras intervenções urbanas poderiam ter sido citadas nesse trabalho, inicialmente o aterro da Lagoa do Boqueirão, o desmonte do morro de Santo Antônio ou parte, a abertura das Avenidas Presidente Vargas e da Avenida Central, estas últimas julgo danosas juntamente com a do desmonte do Morro do Castelo no sentido de descartarem qualquer possibilidade de preservação de um patrimônio histórico, artístico e cultural. Aliás naquele momento do desmonte do Morro do Castelo, modernistas já idealizavam o que mais tarde seria o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural, o que por certo salvaria do derradeiro destino o conjunto arquitetônico que naquele morro fôra edificado.
Detenho-me portanto, no projeto levado a cargo pelo então prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Sampaio, o arrasamento do Morro do Castelo.

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“Era a primeira vez que as duas iam ao Morro do Castelo. Começaram de subir pelo lado da Rua do Carmo. Muita gente há no Rio de Janeiro que nunca lá foi, muita haverá morrido, muita mais nascerá e morrerá sem lá pôr os pés.”
( Machado de Assis em Esaú e Jacó )


Naquele morro, testemunho ativo da história, nasceu a cidade. Ironicamente apaga-se essa memória em favor de um urbanismo moderno. Mas se analisarmos os reais motivos, passaremos a compartilhar da opinião dos realizadores da obra Era uma vez o Morro do Castelo que reividicam para aquele lugar o resgate do seu valor histórico e um justo reconhecimento do flagrante desrespeito com a memória nacional. Assim tentarei levantar as razões apresentadas para tal empreitada. Promovido na gestão do então prefeito Carlos Sampaio, nomeado pelo presidente Epitácio Pessoa, o qual teria por meta de governo estabelecer condições funcionais para a cidade, para primeiro receber representantes da corte da Bélgica, bem como o próprio Rei Alberto, e em seguida delimitar e tratar urbanisticamente o local a que se destinaria às exposições do 1º Centenário da Independência do Brasil e à Exposição Internacional. Baseados nesses eventos e apoiado por defesas anteriores favoráveis à derrubada do morro, demonstrado através de documentos enviados à Câmara de Deputados, levantamentos orçamentários e projetos de engenharia, o prefeito Carlos Sampaio, numa empreitada que levaria algo em torno de 2 anos ( de 1920 a 1922 ), conclui o arrasamento, ao meu ver, não só do espaço geográfico daquele sítio como também, de todo o testemunho arquitetônico e artístico daquele local. Outras obras na cidade conseguiram também realizar tal destruição de bens culturais: a abertura da Avenida Presidente Vargas, por exemplo, que entre outros prédios, promoveu a derrubada da igreja de São Pedro dos Clérigos, primeira da colônia com cobertura em cúpula e planta de nave curva, na qual transpareciam nas fachadas principal e lateral. No presente trabalho detenho-me nas questões que definem por determinar o arrasamento do morro do Castelo.

 

 


 

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“ Os homens de hoje são negocistas sem alma. Querem dinheiro. Para obtê-lo venderam tudo, venderiam até a alma se a tivessem. Como pôde ele, pois, resistir à maré, se suas credenciais – velhice, beleza, pitoresco, historicidade não são valores de cotação na bolsa?”
( Monteiro Lobato)

Fig 4 ( reprodução do livro Era uma vez um Morro do Castelo ) – Fachada do Colégi o Jesuíta e o Hospital São Zacarias.

 

 

Fig 5 ( reprodução do livro Era uma vez um Morro do Castelo ) – Fotografia do antigo complexo jesuítico – Augusto Malta

 

 

Marly Silva da Motta, em texto reproduzido em Era uma vez o Morro do Castelo refere-se a Carlos Sampaio : “ Boa parte da argumentação dos “ higienistas sacrílegos” ( em especial, Carlos Sampaio ) se sustentava na evocação dos malefícios provocados pelo “ infecto monturo” ; e nos relatórios do século XVIII, denunciando a falta de ventilação, a umidade e os “ miasmas febrígeros” ; e nas famosas “ águas do monte” , terríveis enchentes que assolaram a cidade em fevereiro de 1811, provocadas, em grande parte, pela lama que descera do Castelo. O telegrama de Belisário Pena, figura luminar da saúde pública, nacionalmente conhecido por sua atuação na profilaxia rural, parabenizando Sampaio pelo decreto de 17/08/1920, era a prova “científica” da necessidade de eliminar aquele “quisto” de terra vermelha. Ou , como dizia a imprensa , aquele “ tumor infeccionado que obstruía o seio do Rio” e ameaçava contaminar a cidade” .

 

 

 

 

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O Réu


Com população de 5000 habitantes, distribuida em mais de 400 casas, edifícios públicos, religiosos e de caridade além de importantíssima construção militar, a Fortaleza de São Sebastião, o Morro do Castelo ( grafavasse com dois eles ) possuía um volume de cinco milhões de metros cúbicos, quase que totalmente desmontado e transportado para o aterro do que hoje é o aeroporto Santos Dumont. Empreitada esta levada a cargo pelo Prefeito Carlos Sampaio de forma ousada e definitiva porém sem que para isso tenha sido levado em conta a riqueza histórico-artística local, aliás defendida pela maioria dos intelectuais de sua época. Outras tentativas de desmonte do morro ocorreram em administrações anteriores mas, segundo Vieira Fazenda, “as empreitadas de arrasamento que até então haviam falhado graças à falta de iniciativa e coragem dos muitos emprehendedores. O tráfico e o café davam melhores resultados do que empenhar capitais em conmettimentos fóra do círculo da rotina e do carrancismo” . No mesmo texto, Fazenda faz referência a uma carta em especial, entre outras, de apoio ao desmonte. Trata-se da carta enviada a Carlos Sampaio pelo então bispo de Pernambuco José Joaquim da Cunha de Azevedo Coutinho, Fazenda nos fala: “O sabio publicista passou por visionário, quando no seu importante trabalho, Ensaio Econômico, pregara abertamente a urgente necessidade de demolição do morro do Castelo para embelazamento e melhor hygiene desta cidade, então capital do Vice-Reinado do Brasil”. Faziam côro com o bispo ainda os médicos Leal Marreiros e Bernardino Gomes, ambos consultados pelo Senado da Câmara, sugestão dada pelo conde de Resende a quem o Rio de Janeiro deve importantes serviços relativos à urbanização da cidade. Alegrava-se também com a proximidade da demoliçao do morro, o conde de Barbacena, o patriarca dos brasileiros tidos como progressistas, o qual em 1853, para importante empreendimento, obtinha do Governo a autorização para o arrasamento dos morros do Castelo e de Santo Antônio. Ainda reforçavam este côro, o conselheiro João Alfredo, que diante da Câmara dos Deputados, afirmava a necessidade do desmonte, defendendo o Decreto do Poder Executivo nº 5.337 de 16 de junho de 1873. Essa lei concedia ao comendador Joaquim Antonio Fernandes Pinheiro a demolição daqueles dois pré-citados morros.


Transcrevo aqui um trecho do projeto do desmonte do morro do Castelo realizado pelos engenheiros militares Conrado Niemeyer e Pedro Bellegarde:“... A salubridade publica desafrontada do embaraço que tão extenso e elevado monte oppoe á circulação de ares puros constantemente entrados pela barra, receberá considerável melhoramento as comodidades publicas obterão a facilidade de maiores e mais aformoseada com edificios nobres, que deverão hum dia substituir aquelle morro ; e o navegante que demandar o importante porto Capital do Brasil receberá na sua entrada a agradavel impressão da vista de toda a cidade, até hoje incoberta a seus olhos pela massa informe do mesmo morro...”.25 de agosto de 1838

 

O historiador Varhagen que sustentava opinião contrária ao arrasamento do morro, fala: “Falou-se muito em demolir o Morro do Castello, obra gigantesca, despendiosa e que longe de utilizar, como ainda hoje se crê, iria quanto a nós fazer a cidade mais monotona e menos fresca do que si em suas encostas se plantassem arvores, destinando-as para passeio publico da cidade - local mil vezes preferível outro, sombrio e abafadiço, bem que juncto ao mar, com tanto se tem gasto e ao qual melhor fôra derrubar os muros, reduzindo a uma simples alameda ( só de arvores e jardins)”.

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Fig 6 ( reprodução do livro Era uma vez um Morro do Castelo )

Charge de J. Carlos. Revista Careta nº 673, 14 de maio de 1921, RJ.


 

A idéia inicial


Numa carta datada de 25 de agosto de 1912, em apoio à idéia de arrasamento do morro do Castelo, o Dr. Costa Rego, indica como sendo aquele que tivera a ideia inicial do arrasamento do morro o príncipe regente D. João. Fazenda, a esse respeito diz: “Alguns ingleses, com mira nas riquezas jesuísticas intentaram levar por diante tão engenhoso projeto”. Mas parece que o príncipe regente ouviu a tempo Manoel Vieira da Silva, o barão de Alvazarre que publica em 1808 o trabalho – Higiene da Cidade do Rio de Janeiro e mostra a utilidade da conservação do morro.

 

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O período Carlos Sampaio


No levantamento feito por Mauricio de Abreu para o livro Evolução Urbana do Rio de Janeiro , ele aponta como objetivo principal da administração Carlos Sampaio, as comemorações do 1º Centenário da Independência do Brasil, neste sentido, era preciso lutar contra o tempo para que a cidade pudesse receber grande número de turistas e personalidades nacionais e estrangeiras. Ainda era de responsabilidade do prefeito a preparação da cidade para a recepção do rei Alberto da Bélgica, juntamente com a realização da Exposição Internacional. Assim, com propostas apresentadas como modernizantes, o prefeito não abriria mão das decisões tomadas. O próprio Carlos Sampaio editaria um livro , em Paris, onde apresentaria seu ponto-de-vista, justificando empréstimos e outras negociações que envolveram o arrasamento do morro do Castelo.


Situado na extremidade da cidade, na parte que avança em forma de peníssula por sobre a Baía de Guanabara, para alguns constituía-se num verdadeiro pólipo, que impedia a respiração da cidade, porque formava um anteparo à ventilação que, durante o dia, se produz sempre pela entrada da barra. Nos tempos coloniais e nos primeiros tempos do Império, comissões de médicos nomeados para indicarem as providências a tomar com o fim de melhorar as condições sanitárias do Rio, infestado por febres , opinaram para que, entre outras medidas, se adotasse a de se eliminar essa protuberância tão prejudicial ao arejamento da metrópole. Em 1838, Conrado Niemeyer e Pedro Bellegarde, através de um projeto, pediram ao Parlamento uma concessão para o arrasamento do Morro do Castelo.
Embora fosse um sítio histórico, o morro havia se transformado em local de residência de inúmeras famílias pobres, que se beneficiavam de aluguéis baratos das antigas construções alí existentes. Situava-se entretanto, num local de maior valorização do solo da cidade, a dois passos da Av. Rio Branco, daí porque era preciso eliminá-lo não apenas em nome da higiene e da estética mas,para Mauricio de Abreu,também em nome da reprodução do capital.


Convidado em 1920, pelo presidente Epitácio Pessoa para desempenhar as forças do Governador do Rio de Janeiro, Carlos Sampaio aceita a convocação. Mais especificamente com relação ao desmonte do morro, obra que compunha um conjunto de investidas urbanas para a preparação da cidade para os eventos programados, o próprio prefeito justifica sua decisão numa publicação da Societé Française d’Imprimerie Paris: “ Sob o ponto de vista technico, as dificuldades eram grandes, por tratar-se do desmonte de um volume considerável na parte mais central da cidade,e, portanto, a mais movimentada, e de um aterro e construção de muralha de arrimo em local em frente á barra, e por consequencia, açoitado pelas terríveis ressacas que se produzem especialmente por ocasião das marés de sygiziais. O ponto de vista technico, porém, apesar de toda a sua importância, estava longe de produzir no meu espírto tão grande apprehensão, como o ponto de vista moral ” . Aqui arlos Sampaio referia-se à corrente contrária à sua empreitada, ou seja, intelectuais que viam no arrasamento do morro do Castelo um arrasamento também dos ideais que naquele momento começavam a pulsar, a preocupação da preservação da memória artístico-histórica e cultural a partir da conservação dos bens arquitetônicos, era o embrião do que mais tarde chamaría-se de Instituto de Preservação Histórico e Artístico, cujo idealizador e fundador seria o então deserdado de importante cargo em São Paulo e adotado pela cidade carioca, o escritor Mário de Andrade, ícone da corrente modernista e um dos idealizadores desse movimento.


Depois de acertos com a Igreja, obtendo a permissão do Cardeal e chegando a um acordo com os Capuchinhos para demolir o convento e as igrejas, definindo a mudança dos seus 5000 habitantes e a manutenção do tratamento das crianças que se achavam internadas no Hospital São Zacarias, o prefeito paralelamente partia para mais uma tomada de empréstimo, desta vez através da Empresa F. ADAMCZYK, concessionária e representante frente ao governo municipal, autorizada a negociar empréstimos junto aos bancos ingleses. Sampaio ainda nos fala dos ganhos para a cidade com o arrasamento do morro: “ Quanto á esthetica, a nossa metrópole vai ganhar enormemente porque, com a desappropriação do Castello, se verá de uma muito maior, parte da cidade toda a bella serra dos Orgãos, e com a substituição do incoveniente e feio sacco da Gloria pela enseada em curva regular desde o Calabouço ate á Ponta do Russel, se creará uma nova e formosa avenida com um parque a beira-mar e de panorama variavel a cada passo...”

 

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“Caiu, afinal, do mundo das chimeras e das utopias a demolição completa do morro do Castello, o antigo baluarte, a atalaia, a cidadella deste mui leal e heroico Rio de Janeiro.”
( Vieira Fazenda)

 


A Execução da sentença


O mandato de Carlos Sampaio findaria em 15 de novembro de 22, nos dois ultimos meses, aceleraram-se ainda mais o ritmo da demolição. Numa última controvérsia, arquitetos e intelectuais, sensiveis aos valores históricos e artísticos representados pelo Hospital São Zacarias e da Igreja dos Jesuítas que ainda estavam de pé, propunham salvá-los através de uma desmontagem, porém foram frustados nessa tentativa pelo sr. Prefeito que se recusou adiar sua demolição.


O uso intensivo de força hidráulica pela nova empresa contratada, a partir de uma segunda e definitiva negociação de empréstimos junto a banqueiros americanos, a suspensão do contrato que a Prefeitura mantinha com a empresa Soares e Cia, por conta de sua incapacidade em acelerar os trabalhos, faz com que Carlos Sampaio, em dezembro de 1921 efetive a demolição do morro do Castelo. Desta vez é a Kennedy & Co. que com esta nova tecnologia sela o destino do morro. Os custos ultrapassaram em muito as expectativas, neste último empréstimo a Prefeitura consegue junto aos bancos americanos 12 milhões de dólares, que correspondiam no câmbio de então a 93.600 contos.


Várias administrações se envolveram com o desmonte do Morro do Castelo , até que o governo de Henrique Dodsworth com seu secretário de viação, Edison Passos, deu avanço substancial, arrasando quase totalmente o morro.

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Conclusão

Mesmo em nossos dias, apesar do empenho de instituições que brigam contra a febre capitalista que pisa na história e na memória artístico-cultural, fatos que se identificam com o exemplo do Morro do Castelo e promovem o arrasamento em vários níveis desses bens, continuam ocorrendo próximo aos nossos olhos. A melhoria da cidade e o planejamentto urbano são os fatores que , a principio, justificam derrubadas de palacetes, retiradas de chafarizes, reformas de pavimentação publica, ou transfiguração de praças. Alguns exemplos mais recentes ainda refletem um estado de descontentamento. A retirada do Palácio Monroe do cenário carioca em função da abertura do Metrô, fato que não justificou esta demolição ( devemos destacar que isso ocorreu ainda na era da ditadura militar ). Mais recentemente um prefeito tomado por um ímpeto que nos remeteu à febre Pereirista promoveu uma “ modernização” do espaço público e nos brindou com um obelisco e uma passarela de pedestres que nunca foi utilizada por uma “alma”. No estágio atual das demências públicas temos a remodelação da praça Mahatima Ghandi no centro, donde surgirá das suas entranhas um estacionamento.
Se no final do século XIX vivíamos em meio à cópias pseudoclássicas, hoje provavelmente estamos convivendo com “ cópias das cópias pseudotudo” . Não é isso o Pós-modernismo ? Diante das tradições do passado e tantas idealizações do mundo contemporâneo, o imitar o que admiramos surge sem nenhum respeito pelas suas diferenças em relação ao nosso espaço, tempo ou tipo de vida.


Fig. 7 Montagem do autor deste texto a partir de foto ( de autor desconhecido ) e de desenho feito em 1998 por Adriano Mello , ambos publicados no llivro Era uma vez um Morro do Castelo . A partir de pontos de vistas próximos: observa-se A Esplanada do Castelo vista da torre da Igreja de Nossa Senhora do Carmo ao fundo o que seria uma parte do morro.

 

 

 

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Notas

1.Provavelmente, aqui se referia ao Correio da Manhã que defendia a tese de derrubada do morro ao contrário do Jornal
do Brasil.
2. Fazenda, Vieira. Revista do IHGB, tomo 89.1922. - grafia encontrada nesta edição.
3. extraído do arquivo do IHGB. Coleção Carlos Sampaio. lata. 642 pasta 1 - grafia encontrada nesta edição
consultada no IHGB.
4..Uma cópia dessa publicação está disponível para consulta no IHGB.
5. grafia encontrada nesta edição consultada no IHGB.

6. grafia encontrada nesta edição consultada no IHGB.

 



 

BIBLIOGRAFIA

ABREU, Mauricio de. Evolução Urbana do Rio de Janeiro. IPLAN RIO . J Zahar Editor. 1987;

ALVIM, Sandra Poleshuck de Faria. Arquitetura religiosa colonial no Rio de Janeiro: plantas, fachada
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FRANÇA,Mário Ferreira. Panorama Médico dos séculos XVI e XVII. Revista do IHGB Vol. 288. 1970;

GEDDES , Patrick. Cidades em evolução: tradução Maria José Ferreira de Castilho – Campinas, SP,
Papirus. 1994.

NONATO, José Antonio. Nubia Melhem Santos. Era uma vez o Morro do Castelo.Rio de Janeiro.
IPHAN, 2000;

De Los RIOS FILHO , Adolfo Morale. Evolução Urbana e Arquitetônica do Rio de Janeiro nos
séculos XVI e XVII ( 1567-1699) – Revista do IHGB Vol. 288. 1970;

SAMPAIO, Carlos . O arrazamento do Morro do Castello. Societé Française d’Imprimerie
(L. Cadot) Paris;

VIEIRA FAZENDA, José. Antiqualhas e memórias do Rio de Janeiro.Revistas do IHGB
tomos 86/88/89/93 e 95;

 

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DOCUMENTOS OFICIAIS DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

Relação dos documentos da Coleção Carlos Sampaio do IHGB. Lata 643 pasta 31 – Rio de Janeiro.IHGB

 

Curso Pós graduação em Sociologia urbana- CEPUERJ

Professor: Luis Edmundo
Aluno: Carlos Jorge de Souza
Este trabalho foi elaborado para a disciplina "História da urbanização da cidade do Rio de Janeiro" em julho de 2001


 

 

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